ORQUIDÁRIO VALE DA PRATA

EMPORIUM ORCHID

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Genealogia da Blc Chia Lin
„¡C. mossiae
„¡Lc. Hippolyta„§
„ 1890„¤L. cinnabarina
„¡Lc. Ceres„§
„ 1900„¤C. mossiae
„¡Lc. Firminii„§„¡C. warscewiczii
„ 1909„¤C. dowiana„¡Lc. Callistoglossa„§
„¡Lc. Cloth of Gold„§„ 1882„¤L. purpurata
„ 1938„ „¡Lc. Purple Emperor„§
„ „¤Lc. Verviers„§1904„¤C. warscewiczii
„ 1928„ 
„ „ „¡C. dowiana
„¡Lc. Edgard Van Belle„§„¤C. Octave Doin„§
„ 1952„ 1899„¤C. mendelii
„ „ 
„ „ „¡C. dowiana
„ „ „¡Lc. Luminosa„§
„ „ „ 1901„¤L. tenebrosa
„ „ „¡Lc. Carmencita„§
„ „ „ 1912„¤C. dowiana
„¡Lc. Belle of Celle„§„¤Lc. Gallipoli„§„¡C. gaskelliana
„ 1965„ 1931„ „¡Lc. Endymion„§
„ „ „ „ 1902„¤L. tenebrosa
„ „ „¤Lc. Suvla„§
„ „ „¤C. dowiana
„ „ 
„ „ „¡C. dowiana
„ „ „¡C. Fabia„§
„ „¤C. Nigrella„§1894„¤C. labiata
„ 1933„ 
„ „ „¡C. dowiana
„ „¤C. Leda„§
„ 1900„¤C. percivaliana
„¡Blc. Oconee„§
„ 1976„ „¡B. digbyana
„ „ „¡Bc Digbyano-Warneri„§
„ „ „ 1902„¤C. warneri
„ „ „¡Bc. Hannibal„§
„ „ „ 1920„ „¡C. labiata
„ „ „¡Bc. Hartland„§„¤C. Fabia„§
„ „ „ 1933„ 1894„¤C. dowiana
„ „ „ „ 
„ „ „ „ „¡C. dowiana
„ „ „ „¤C. Leda„§
„ „¤Blc. Norman's Bay„§1900„¤C. percivaliana„¡C. warscewiczii
„ 1946„ „¡Lc. Callistoglossa„§
„ „ „¡Lc. Lustre„§1882„¤L. purpurata
„ „ „ 1907„¤C. lueddemanniana
„ „ „¡Lc. Sargon„§
„ „ „ 1915„ „¡C. dowiana
„ „ „ „¤C. Hardyana„§
„ „¤Lc. Ishtar„§1856„¤C.warscewiczii
„ 1925„ „¡C. labiata
„ „¤C. Fabia„§
Blc. Chia Lin„§1894„¤C. dowiana
1989„ 
„ „¡C. dowiana
„ „¡Lc. Luminosa„§
„ „ 1901„¤L. tenebrosa
„ „¡Lc. Mrs Medo„§
„ „ 1922„ „¡C. dowiana
„ „ „¤C. Venus„§„¡C. bicolor
„ „¡Lc. Grandee„§1908„¤C. Iris„§
„ „ 1937„ 1901„¤C. dowiana
„ „ „ „¡C. dowiana
„ „ „ „ 
„ „ „¤C. Aeneas„§„¡C. dowiana
„ „¡Blc. Acapana„§1917„¤C. Venus„§„¡C. bicolor
„ „ 1961„ 1908„¤C. Iris„§
„ „ „ 1901„¤C. dowiana
„ „ „ „¡B. digbyana
„ „ „ „¡Bc. Heatonensis„§
„ „ „ „ 1902„ „¡C. dowiana
„ „ „ „ „¤C. Hardyana„§
„ „ „¤Blc. Green-heart„§1856„¤C. warscewiczii
„ „ 1954„ 
„ „ „ „¡C. dowiana
„ „ „ „¡Lc. Luminosa„§
„ „ „ „ 1901„¤L. tenebrosa
„¤Blc. Maitland„§„¤Lc. Condrey„§
1970„ 1932„ „¡C. dowiana
„ „¤C. Prince John„§„¡C. dowiana
„ 1913„¤C. Hardyana„§
„ 1856„¤C. warscewiczii
„ 
„ „¡C. dowiana
„ „¡C. Hardyana„§
„ „¡Lc. Haroldiana„§1856„¤C. warscewiczii
„ „ 1901„ 
„ „ „¤L. tenebrosa
„ „¡Lc. Calizona„§
„ „ 1941„ 
„ „ „ „¡C. dowiana
„ „ „¤C. Triumphans„§
„ „ 1904„¤C. rex
„¤Lc. Lee Langford„§„¡C. dowiana
1948„ „¡Lc. Luminosa„§
„ „ 1901„¤L. tenebrosa
„ „¡Lc. Mrs Medo„§
„ „ 1922„ „¡C. dowiana
„ „ „¤C. Venus„§„¡C. bicolor
„¤Lc. S J Bracey„§1908„¤C. Iris„§
1940„ 1901„¤C. dowiana
„ 
„ „¡C. bicolor
„ „¡C. Adula„§„¡C. dowiana
„¤C. Thebes„§1905„¤C. Hardyana„§
1914„ „¤C. warscewiczii
„¤C. dowiana



sábado, 19 de maio de 2012

Lc. Trick or Treat

                                                       
                                                           Lc. Trick or Treat (Gostosuras ou Travessuras)    
                                                                                       |              
                                      Cattleya Chit Chat                     x                          Laélia Icarus
                                                    |                                                                       |
                      Cattleya aurantiaca x Laélia Coronet                   Laélia cinabarrina x Laélia crispata
                                                                |
                                   Laélia harpophylla x Laélia cinabarrina


quarta-feira, 19 de outubro de 2011

ONCIDIUM LANCEANUM - ATUALMENTE - TRICHOCENTRUM LANCEANUM OU LOPHIARIS LANCEANA


Essa ORQUÍDEA linda é dos meus amigos de Marechal Floriano ES.
Oncidium Lanceanum Lindl. É epífita, nativa das Índias Ocidentais, Venezuela, Peru, Guianas e Amazónia Brasileira, é com certeza, uma das mais belas oncidineas Brasileiras. É encontrada em elevações baixas (300 a 800m), Apresenta Pseudobulbos estreitos e pequenos, com folhas grandes, largas e lanceoladas, couraçadas carnosas, tom verde claro, pintalgadas de manchas púrpuras. Da base da folha, nos fins do inverno e toda a primavera, sai a inflorescência erecta medindo em torno de 40 cm, com cachos intercalados portando de 2 a 5 ou mais flores vistosas, com 5 cm de diâmetro cada uma; pétalas e sépalas amarelo-creme densamente pintalgadas de manchas marrom-escuras; (vejam a foto). O labelo Trilobado predominando a cor rosa-púrpura, apresenta formato riniforme. As asas da coluna são oblongas e coloridas de púrpura intensa. Exala suave perfume adocicado praticamente durante todo o dia, cessando à noite. As regas devem ser normais, evitando-se molhar excessivamente suas folhas que podem ser atacadas por fungos e/ou bactérias, na mesma fragilidade das folhas de phalaenopsis em ambientes abafados e sob pouca ventilação; previne-se eventuais infestações com borrifamento de calda bordalesa em suas folhas, borrifar solução de extracto de própolis - 30 gotas p/1 litro de água ( nos casos em que a doença estiver adiantada, pincelar o local infectado com solução de extracto de própolis mais concentrado).
Essa planta deve ser cultivada sob boa luminosidade indirecta ou telado de sombreamento de 50%, em lascas de madeira rugosa ou vasos de cerâmica ventilados com furos laterais com substrato misto (casca de peroba picadinhas ou pinos ou qualquer madeira rugosa sem tanino. Pela origem de seu habitat, tropical equatoriano aprecia clima quente e úmido e local bem ventilado.

terça-feira, 21 de junho de 2011

RECORDANDO O PASSADO E AUXILIANDO OS NOVOS ORQUIDÓFILOS...SEJAM TODOS BEM VINDOS NOVOS CULTIVADORES!!!

ADUBAÇÃO


NUTRIÇÃO DAS ORQUÍDEAS
Veja como as orquídeas mantêm-se sadias nos habitats e como podem, com facilidade, adaptar-se às mudanças de substratos.

EXEMPLO 1 - Uma touceira de ONCIDIUM varicosum, que normalmente é uma planta epífita, foi deixada sobre a pedra e aí se desenvolveu, adaptando-se ao novo substrato (rupícola).
Nota-se que as raízes, formando uma rede aderente à pedra, que tem como função absorver a umidade e nutrientes. Vemos aí um dos mais perfeitos laboratórios de transformações bioquímicas em que os aparelhos utilizados são os fungos, bactérias e insetos e os reagentes químicos são os detritos orgânicos (folhas, gravetos, poeiras, etc) e água proveniente do orvalho da madrugada, da umidade ambiente e eventualmente das chuvas, tendo como catalisador das reações, a luminosidade e o calor do sol.

EXEMPLO 2 – No topo de um pinheiro, um ponto estratégico para distribuição das sementes pelo vento, vemos a pleno sol, uma bela “chuva-de-ouro” – ONCIDIUM varicosum – que tem suas flores polinizadas por beija-flor e borboletas. O desenvolvimento destas plantas em árvores (epífitas) é o mais normal de ser encontrado nos habitats nativos. É realmente impressionante nestas plantas, a resistência às longas estiagens que temos tido nos últimos anos.

EXEMPLO 3 – Em um galho com uma planta adulta e muitas pequenas mudas desenvolvendo-se após germinação das sementes.
Observamos também o acúmulo de detritos no meio dos pseudobulbos e raízes. Muita matéria-prima para reserva de umidade e ser transformada em nutrientes que serão transformados desde as raízes até as folhas (pelos vasos internos) e, aí vamos ter as reações físico-químicas (fotossíntese) pela ação do calor e luminosidade do sol. Os nutrientes absorvidos pelas folhas e também os transformados pela fotossíntese, em especial os sais minerais, farão agora um caminho inverso, dirigindo-se para a planta toda. Todo este transporte é feito pela água absorvida.

EXEMPLO 4 – Uma orquídea nativa em varias regiões do país e que gosta muito de alojar-se em troncos de coqueiros e palmeiras – CATASETUM fimbriatum. É uma planta de grande porte e que requer muito nutriente para seu ciclo de desenvolvimento anual. Em um tronco de coqueiro que não tem galhos laterais é difícil entender como poderia acumular detritos orgânicos apenas com raízes que lhe permitem a fixação ao tronco. Mas a natureza é própria em recursos. Parte das raízes garantem a fixação da planta ao tronco e em grande quantidade, outras crescem para cima, formando um ninho para reter detritos que caem do coqueiro ou que são levados pelo ar. E a planta vive aí muito bem nutrida e o melhor: sem pragas ou doenças, comprovando que em plantas bem nutridas, não ocorre ataque de patógenos.

EXEMPLO 5 – Se percorrermos outras regiões podemos encontrar uma planta que normalmente é epífita passando para rupícola. Com facilidade, esta mudança ocorre na natureza e, assim também, as orquídeas terrestres podem passar a epífitas. E as alterações funcionais destas plantas são muito pequenas.
Uma orquídea CYTOPODIUM no meio de troncos de arbusto e com as raízes na terra. Esta planta pode ser também epífita e com grande desenvolvimento. É comum encontra-las também em pedras (rupícolas), vegetando a pleno sol. É difícil imagina-la vivendo em regiões de cerrado com um sol escaldante, e altas temperaturas típicas destas regiões. Temos relatos de que resiste ao fogo de queimadas em cerrados.

NUTRIÇÃO E RESISTÊNCIA À PRAGAS E DOENÇAS

Nos habitats nativos temos um equilíbrio entre patógenos e predadores. Como as plantas estão livres dos nocivos agentes “defensivos químicos e ene, pe, kas” (NPK), aplicados maciçamente nos orquidários amadores e comerciais, elas podem viver e evoluir sem problemas. Em nossos orquidários, como diz CHABOUSSOU, citado por PRIMAVESI, nossas orquídeas estão “doentes de remédios”.
Quando aplicamos defensivos químicos altamente tóxicos para as plantas e meio-ambiente, os primeiros a serem atingidos são os fungos e bactérias que as plantas precisam para transformar a matéria-prima (detritos orgânicos) em nutrientes e, assim, precisamos constantemente suprir com adubos as deficiências nutricionais que vão aparecendo.
Como os nutrientes ainda estão sendo aplicados de maneira muito empírica, as plantas vão sendo cada vez mais atacadas por pragas e doenças. E, conseqüentemente, vão exigindo cada vez mais pesticidas numa ciranda que não acaba nunca.
Na natureza, os nutrientes são produzidos pela própria planta e na quantidade exata de cada elemento. Sem excessos ou deficiências.

CUIDADOS ESSENCIAIS PARA MANTER A SAÚDE DAS PLANTAS NOS ORQUIDARIOS

As orquídeas, cultivadas em orquidários caseiros ou comerciais, precisam receber com regularidade suplementação de nutrientes muito bem equilibrada.
Em todos os habitats de orquídeas que temos visitado, sempre ficamos impressionado com o rigor e exuberância das plantas. Sejam elas epífitas, rupícolas ou terrestres, o que vemos são plantas sadias e muito bem nutridas. Espécies que, em nossos orquidários, procuramos dar sombreamento adequado com telas especiais, irrigação e adubação controladas, uma ventilação que julgamos ideal, observação e controle de pragas e doenças, enfim, um cultivo muito bem orientado. Mas, mesmo com tudo isso, nem sempre conseguimos nos aproximar da beleza encontrada nos locais nativos de nossas orquídeas.
Vejamos agora se não estamos cometendo alguns enganos:

A NUTRIÇÃO DAS ORQUÍDEAS NOS ORQUIDARIOS CASEIROS E COMERCIAIS

Conceitos empíricos no meio orquidófilo sobre adubação.
É muito comum encontrar nas exposições de orquídeas adubos sem certificação de órgãos oficiais controladores na qualidade dos produtos. São composições ou misturas de ingredientes feitas por produtores, que nem sempre entendem de química agrícola, da maneira mais empírica possível.
Assim, misturam torta de mamona com farinha de osso que, hoje sabemos, resultam em produtos fitotóxicos, e estes com outros componentes sem definição correta de elementos nutritivos, como esterco de galinha.
Quando perguntamos qual a quantidade de cada componente, a resposta sempre revela o desconhecimento do que é uma correta adubação: um punhado de cada componente ou metade deste em relação ao outro, e daí em diante.
Se perguntamos, então, como é que ele sabe que estes componentes são bons, mais uma vez observamos o empirismo com que fazem os adubos: é porque “fulano”, que é um produtor muito experiente, orientou fazer assim. E como vendem estes saquinhos de adubo nas exposições! E como existem orquidófilos inexperientes que dão qualquer “comida” às suas orquídeas!

CONCEITOS DE CULTIVO ORGÂNICO SOBRE ADUBAÇÃO

Na natureza, como vimos anteriormente, as orquídeas acumulam grande quantidade de detritos orgânicos em suas touceiras, e com a simbiose de fungos, bactérias, insetos e a ação da umidade, calor e luz do sol, ocorre a decomposição e transformação destes componentes orgânicos em alimentos essenciais para as plantas.
Nos orquidários caseiros, onde temos uma boa variedade de espécies, e também uma densidade ou acumulo de plantas em pequeno espaço, é praticamente impossível pensar em conseguir um cultivo exclusivamente orgânico, como ocorre na natureza.
Ainda com a aplicação periódica de defensivos químicos, não temos a necessária ajuda de microorganismos para as transformações bioquímicas de matéria orgânica. Somos, assim, obrigados a suprir a falta de nutrientes com adubos químicos aplicados com pulverização folicular ou aspersão.

ADUBAÇÃO FOLIAR

A aplicação de adubos químicos solúveis em água é hoje uma realidade que possibilitou o cultivo comercial de grandes quantidades de plantas. Com os equipamentos de irrigação automáticos, pela aspersão, gotejamento ou nebulização, podemos simultaneamente irrigar e adubar um orquidário inteiro em poucos minutos. As folhas das plantas têm possibilidade de absorver a água pelos estômatos que existem em sua superfície, em maior quantidade na parte traseira ou adorsal. A abertura destas pequenas “bocas” depende sempre do equilíbrio hídrico da planta.
Plantas desidratadas absorvem pouco ou nenhum nutrientes.

ADUBAÇÃO COM IRRIGAÇÃO POR GOTEJAMENTO

Também como a adubação foliar, o gotejamento favorece a aplicação de adubos solúveis em água e permite de adubação de nutrientes pelas raízes.

COMPOSIÇÃO BÁSICA DOS ADUBOS

Uma composição equilibrada de adubo deve conter os nutrientes indispensáveis para o bom desenvolvimento da planta em suas diversas fases vegetativas. Podemos dividir estes nutrientes em:
MACRONUTRIENTES: são aqueles que as plantas necessitam em maior quantidade e temos os principais como NITROGÊNIO, FÓSFORO e POTÁSSIO.
SECUNDÁRIOS: CÁLCIO, MAGNÉSIO, ENXOFRE, FERRO.
MICRONUTRIENTES: são essenciais, porém exigidos em menor quantidade. São eles: BORO, CLORO, COBRE, ZINCO, MANGANÊS, MOLIBDÊNIO, COBALTO, SILÍCIO.
REGULADORES DE CRESCIMENTO: são os hormônios que controlam o desenvolvimento vegetal: CITOCININAS, ALCINAS e GIRBERELINAS.

OUTROS FATORES QUE FAVORECEM NA ADUBAÇÃO ORGÂNICA

1- Regularidade na aplicação
2- Luminosidade
3- Umidade
4- Temperatura
5- Ventilação
6- Nível de acidez
7- Concentração das soluções: para as orquídeas, sempre é preferível uma concentração baixa, fazendo-se diluições em doses homeopáticas e com adubações mais freqüentes do que concentrações maiores e adubações mais espaçadas.

ADUBAÇÃO

Dicas práticas e um pouquinho de teoria, para você não ter mais dúvidas sobre este assunto.

Toda planta necessita de 14 a 17 elementos químicos para ter uma vida saudável. Três destes elementos elas dependem bem mais. São o nitrogênio, o fósforo e o potássio. Cálcio, magnésio e enxofre ela também precisa em quantidade razoáveis. Por isso, o grupo destes 6 elementos químicos é chamado de macro-nutrientes. Outros elementos são também necessários, mas em proporção bem menores. Daí serem denominados micronutrientes. Entre eles citamos o boro, o zinco, o ferro, o magnésio e o cobre.
As plantas obtêm estes elementos químicos fundamentalmente do solo, que é uma autentica e poderosa fábrica de fertilizantes. Certo. Mas você perguntaria: e as plantas epífitas, as orquídeas, por exemplo, que vivem sobre as árvores? Bem, elas têm de usar de um estratagema todo especial. Se você reparar direito, vai ver que, na natureza, na maioria das vezes elas costumam desenvolver-se nas proximidades de forquilhas e axilas de galhos. A razão disso é que, nestes locais, sempre acaba se acumulando um pouco de detritos de origem vegetal (sementes, casca, pequenos frutos, folhas, etc.) e de origem animal (penas, excrementos, cartilagens, cascas de ovos, insetos mortos, etc.). Que depois de algum tempo se decompõe e se transformam em nutrientes. Em outras palavras, embora vivam por sobre as árvores sem se alimentar delas, de um jeito ou de outro as epífitas sempre encontram os nutrientes que precisam.
Em vasos, plantadas em substrato inerte (xaxim ou casca de árvores, por exemplo) isso não acontece. Elas ficam privadas deste recurso. Vem daí a importância das fertilizações.

REGRA N.º 1
Orquídeas devem ser adubadas sim, mas só nos meses quentes ou quando estão em pleno desenvolvimento vegetativo.
REGRA N.º 2
Como o crescimento dessas plantas é bastante lento, é tolice dar às orquídeas doses grandes de fertilizantes de uma só vez. Elas simplesmente não usam, e você desperdiça o fertilizante e joga o seu dinheiro no lixo.
REGRA N.º 3
A luz é indispensável no processo de absorção de fertilizantes através das folhas. A umidade do substrato também é fundamental. Quando a planta está desidratada, a absorção foliar diminui drasticamente.
REGRA N.º 4
Evite fazer a adubação nas horas mais quentes do dia. A temperatura ideal gira em torno de 20º C. Regar as orquídeas na véspera da adubação foliar também é muito recomendável.

Genericamente falando, fertilizante é qualquer substância, natural ou manufaturada que, acrescentada ao substrato, incremente o desenvolvimento das plantas. Em outras palavras, qualquer coisa que possa ser aproveitada pela planta como alimento. Quanto à origem dos nutrientes, existem dois tipos de fertilização: a orgânica e a inorgânica.

ADUBO ORGÂNICO

É aquele cujos elementos químicos são provenientes da decomposição de matéria de origem animal ou vegetal. É o caso dos estercos, compostos, farinhas e tortas, como a torta de mamona, por exemplo.
Antigamente, a adubação orgânica era a única possibilidade. No caso das orquídeas cultivadas em vaso, no entanto, estes adubos, quando em estado sólido, têm o inconveniente de entupirem parcialmente os espaços entres as fibras de xaxim (ou similar), prejudicando a aeração das raízes da planta.
Além disso, costumam alterar o índice de pH do substrato e transmitir fungos.
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DICA N.º 1
Se você quiser fazer adubações orgânicas nas suas orquídeas, o ideal é usar calda de esterco (veja adiante) ou doses mínimas de torta de mamona. Esta substância é um subproduto da fabricação do óleo de mamona, e é muito rica em nitrogênio, fósforo e potássio.
.
ADUBO ORGÂNICO (VIAGRA)
70% de torta de mamona
10% de farinha de osso
10% de cinza vegetal
10% de esterco de aves (bem curtido)
misture tudo e coloque a quantidade de uma colher de chá sobre o substrato, na parte traseira da planta, a cada 3 meses.
ADUBOS INORGÂNICOS

A partir do símbolo químico dos 3 elementos mais exigidos por qualquer planta, generalizou-se o nome do mais famoso adubo químico: NPK.

São obtidos a partir da extração mineral ou do refino de petróleo. É o caso dos fosfatos, cloretos, sulfatos, salitres-do-chile e do famoso NPK.
NPK, aliás, nada mais é do que a representação química dos três componentes principais destes adubos. N de nitrogênio, P de fósforo e K de potássio – os três elementos químicos que, como já vimos, as plantas mais dependem para viver.
Nitrogênio
É o elemento químico do qual as plantas necessitam em maior quantidade. Estimula a brotação e o enfolhamento, e é o responsável pelo “verde saúde” das folhas.
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DICA N.º 2
Uma dose bem aplicada de nitrogênio deixa as folhas das orquídeas mais carnudas e com um verde mais intenso. A falta desse elemento inibe os processos vegetativos, reduzindo o tamanho das folhas e dando-lhes uma cor verde-amarelada. A aplicação de nitrogênio em excesso, no entanto, acaba estimulando demais o crescimento, tornando os tecidos vegetais flácidos e sem resistência para enfrentar o ataque de pragas e doenças.
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Fósforo
É outro elemento básico na vida vegetal. Junto ao nitrogênio, é fator de precocidade e qualidade. Sua ação principal relaciona-se com a florada e a frutificação, com o desenvolvimento de raízes e o enrijecimento dos órgãos vegetativos.
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DICA N.º 3
As plantas bem nutridas de fósforo são altamente resistentes às doenças. A falta deste elemento químico pode ser notada pela cor avermelhada das folhas, pelo crescimento lento demais e pela pouca exuberância da floração.
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Potássio
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É um macronutriente com um importante papel na vida vegetal. Sua presença na seiva das plantas é indispensável, principalmente para maximizar os efeitos da adubação nitrogenada. Além de contribuir muito para o desenvolvimento e a saúde do sistema radicular.
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DICA N.º 4
Quando o teor de potássio aumenta na seiva, ocorre uma economia de água nos tecidos das plantas. É que este elemento químico tem a propriedade de regular o fechamento dos estômatos, os poros vegetais, reduzindo as perdas de água pela transpiração e, portanto, conferindo à planta maior resistência à falta d´água e baixas temperaturas.
DICA N.º 5
Durante a fase de crescimento, adube as suas orquídeas a cada 15 dias com adubos foliares, mas deixe para regar 48 após a aplicação.
DICA N.º 6
Evite o uso de água clorada para misturar com os fertilizantes.
DICA N.º 7
Não esqueça que a diferença entre o remédio que cura e o veneno que mata às vezes está apenas na dosagem. Concentrações altas de fertilizantes são altamente tóxicas para as plantas.
FÓRMULAS DE ADUBOS QUÍMICOS MAIS RECOMENDADOS

PLANTAS ADULTAS
Fertilizante líquido NPK 18-18-18 ou 20-20-20, diluído em água nas proporções indicadas pelo fabricante e pulverizado sobre as folhas.


PLANTAS NOVAS
Fertilizante líquido NPK 30-10-10, diluído em água nas proporções indicadas pelo fabricante e pulverização sobre as folhas.
NA ÉPOCA DA FLORADA
Fertilizante líquido NPK 30-10-10, ou 10-30-20, a ser diluído em água nas proporções indicadas pelo fabricante, e pulverizado nas folhas a partir do surgimento das espatas (botões) até o final da floração.

CALDA DE ESTERCO
Num balde de 20 litros de água, deixe em infusão cerca de 1 litro de esterco (5% do volume do balde), por 10 dias.
Use a calda resultante para diluir na água das regas das orquídeas, numa proporção de mais ou menos 10% de calda para 90% de água.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Genealogia da C. Porcia



C. Porcia = C. Armstrongiae x C. bowringiana (1927) Registered by Alexander's

„¡C. dowiana
„¡C. Hardyana„§
„ 1856„¤C. warscewiczii
„¡C. Armstrongiae„§
C. Porcia„§1907„¤C. loddigesii
1927„ 
„¤C. bowringiana

Genealogia da C. Penny Kuroda


C. Penny Kuroda = C. Summer Snow x C. guttata (1976) Registered by Hernlund, M. (Hernlund, K.)

„¡C. gaskelliana
„¡C. Suzanne Hye„§
„ 1906„¤C. mossiae
„ „¡C. mossiae
„¡C. Joan Manda„§„¡C. Irene„§„¡C. gaskelliana
„ 1937„ „ 1914„¤C. Suzanne Hye„§
„ „¤C. White Empress„§1906„¤C. mossiae
„ 1924„¤C. trianaei
„¡C. Bebe White„§
„ 1938„ „¡C. mossiae
„ „ „¡C. Irene„§„¡C. gaskelliana
„ „¤C. White Empress„§1914„¤C. Suzanne Hye„§
„ 1924„ 1906„¤C. mossiae
„ „¤C. trianaei
„¡C. Summer Snow„§
„ 1949„ „¡C. gaskelliana
C. Penny Kuroda„§„ „¡C. Cybele„§
1976„ „ „ 1902„¤C. lueddemanniana
„¤C. guttata„¤C. Clementine Goldfarb„§
1939„ „¡C. labiata
„¤C. Snowdon„§„¡C. gaskelliana
1914„¤C. Suzanne Hye„§
1906„¤C. mossiae

Genealogia da C. Brabantiae


C. Brabantiae = C. aclandiae x C. loddigesii (1863) Registered by Veitch

„¡C. aclandiae
C. Brabantiae„§
1863„¤C. loddigesii

Genealogia da C. Chocolate Drop



C. Chocolate Drop = C. guttata x C. aurantiaca (1965)

„¡C. guttata
C. Chocolate Drop„§
1965„¤C. aurantiaca